Mamãe caguei… dá pra vir me limpar?

Por Mariana Laham:

O surgimento de Bolsonaro arrancou do armário um tipo de homem bem peculiar, o “ Come ninguém”. Via de regra tem claros problemas com o próprio corpo ou potência, compensados por um apreço anormal por armas, além de uma paupérrima vida erótica e amorosa, que quando existe depende de prévia remuneração. Eles têm raiva, muita raiva. Se acham engraçados, mas não são. Suas piadas de gosto duvidoso existem para ocultar sua parca capacidade cognitiva e sua inabilidade diante de um corpo feminino. Muitos são grandes fracassados, em todos os âmbitos, e por isso, só por isso, escolheram um bode expiatório para odiar: gente que cria, ama, goza e pensa. Fazem o que eles jamais conseguirão fazer, mesmo com excepcional esforço.
Muitos vivem de chupinzar a família, fazem pequenas contravenções, e responsabilizam uma agremiação política pela sua miséria pessoal.
Aos berros de Mito, Mito, Mito, nas ruas ou na internet, desfilam a sua infelicidade rancorosa, regada a testosterona apodrecida dos que não sabem amar.

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